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Nesta aula de Marcelo Estraviz, exploramos a importância do trabalho diário na captação de recursos para grandes organizações. Discutimos como equipes dedicadas, mesmo que pequenas inicialmente, desempenham um papel crucial na manutenção e expansão das operações, destacando exemplos de grandes entidades como Médicos sem Fronteiras no Brasil e Harvard. Este esforço constante é vital para gerar receitas necessárias e envolver novas oportunidades e estratégias.

Na aula de hoje, Marcelo Estraviz aborda o cotidiano das organizações, destacando a importância da captação de recursos, uma atividade diária que sustenta o funcionamento dessas entidades. Ele explica que as grandes organizações não só possuem atividades cotidianas ininterruptas, mas também contam com a dedicação de dezenas ou centenas de profissionais que trabalham diariamente para manter tudo operando eficientemente. Essa constante necessidade de trabalho é fundamental para entendermos a complexidade e a importância da captação de recursos.

Marcelo discute também a evolução de pequenas equipes para departamentos mais robustos à medida que a organização cresce. Para os iniciantes, ele sugere começar com um pequeno número de contratados, expandindo gradualmente conforme a necessidade e o crescimento da receita. Estraviz destaca o papel desses funcionários como malabaristas diários, que não só evitam que as operações falhem, mas também resolvem problemas emergentes e gerenciam múltiplas tarefas simultaneamente.

A expansão do departamento é vital, segundo Marcelo, não apenas para cobrir custos, mas também para gerar mais receita. Cada novo recurso ou funcionário adicionado contribui significativamente para o fortalecimento e sustentabilidade da organização. Essa necessidade de ampliação é uma resposta direta ao aumento das demandas e das oportunidades de captação de recursos.

Estraviz ressalta a importância da área digital nas estratégias modernas de captação de recursos. Apesar da automação disponível, problemas frequentes demandam uma atenção constante para inovações e ajustes necessários. Ele menciona que o trabalho em captação de recursos é um esforço diário, enriquecido pelo ingresso contínuo de novas pessoas e ideias no setor.

Por fim, Marcelo faz uma comparação entre diferentes organizações para ilustrar a escala da captação de recursos. Ele menciona exemplos como os escritórios da Médicos sem Fronteiras no Brasil e a Universidade Harvard, enfatizando como essas grandes entidades lidam com vastas quantidades de dinheiro e empregam centenas de pessoas apenas em captação de recursos. Essa perspectiva destaca a universalidade e a crucialidade da captação de recursos, reiterando a necessidade de esforço contínuo, busca por novas oportunidades e melhoria constante das estratégias existentes para o sucesso organizacional.

Foto Marcelo Estraviz
Central de Captação de Recursos

Aulas do Estraviz

Aulas de captação de recursos do Marcelo Estraviz, parceiro de conteúdo da Idealist e uma das principais referências brasileiras no assunto.

Acesse mais desse conteúdo e outros na Central Idealista de Captação de Recursos.

Resumão:

Abaixo, segue um resumo da aula, organizado em itens para facilitar a compreensão:

1. Plano de Ação Simples: Marcelo enfatiza que o plano de ação para captar recursos deve ser simples, pois a complexidade está no planejamento estratégico que define missão e atividades futuras da organização.

2. Alinhamento do Planejamento: Ele enfatiza a importância de alinhar o plano de ação ao planejamento estratégico da organização, criticando a prática de ajustar os objetivos para se encaixar em editais que não atendem às necessidades reais.

3. Totalidade dos Recursos: Marcelo aconselha focar na captação do montante total necessário, contando recursos já garantidos e novos financiamentos. Isso ajuda a transmitir confiança a novos doadores.

4. Manutenção de Relacionamentos: A manutenção de relações contínuas com financiadores atuais e potenciais é crucial. Estraviz recomenda interações regulares para garantir a continuidade e possivelmente aumentar as contribuições.

5. Metas Claras e Monitoramento: Marcelo recomenda dividir o plano em metas específicas e monitorar regularmente o progresso para ajustar as estratégias de captação.

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Empreendedor, filantropo e escritor, é fundador e ex-presidente da ABCR. Autor de diversos livros. Criador do Selo Doar, do Prêmio Melhores ONGs, do Instituto Doar, do #diadedoar e de diversas iniciativas sociais. Capacitou e mentorou milhares de pessoas no Brasil e América Latina. É sócio diretor da Certificadora Social.